quinta-feira, 22 de agosto de 2013

AEE_DF Tecnologia Assistiva


5ª ATIVIDADE                   Disciplina : AEE_DF                  22/08/2013

Aluna: Joana Darc de Sousa Santos     Turma : T08   AEE/UFC/2013



Como professores da Sala de AEE, precisamos conhecer e identificar as necessidades, habilidades e dificuldades dos educando para que possamos fazer intervenções eficazes , que realmente proporcione a conquista da sua autonomia.
No caso do aluno Luís podemos estudar a melhor maneira de conduzir os trabalhos educativos.Sabemos, portanto, que contamos no AEE com a utilização de tecnologias Assistivas, podemos desenvolver recursos e estratégias que auxiliarão na resolução de dificuldades funcionais das pessoas com deficiência na realização de suas tarefas.Vejamos:





Foto 1 - Lápis e canetas engrossados. Na imagem um
lápis e duas canetinhas estão engrossados com tubos de
espuma, que originalmente servem para revestimento
térmico de canos. Um elástico é costurado no tubo de
espuma para facilitar a fixação do lápis à mão e, em um
dos casos, o tubo de espuma é perfurado pelo lápis transversalmente,
modificando-se assim a forma de preensão.







Foto 2 - Acessório para preensão e limitação de movimentos
involuntários. Na fotografia um aluno utiliza
uma pulseira imantada e uma caneta com engrossador
de espuma. Afolha é fixada sobre uma chapa de metal.
A pulseira com imã lhe auxilia na inibição de movimentos
involuntários.





 



Pranchas de letras são indicadas para o aluno que escolhe, letra a letra, enquanto um colega,ou o professor realiza o registro da escrita. Quando o aluno não consegue apontar a letra, alguém faz por ele o apontamento (varredura das letras). Para escolher a letra, o aluno emite um som, pisca ou faz qualquer outro sinal que possa ser compreendido como a seleção da letra a ser escrita.

Ilustração - Soletração por apontamento de prancha de letras. Na imagem, visualiza-se uma folha de fundo
amarelo com letras pretas e grandes (Prancha de letras). Ao lado está um desenho representativo de uma mão apontando. O recurso é utilizado para que o aluno possa escrever e comunicar o que deseja através do apontamento das letras na prancha.
OBSERVAÇÃO: Esta é minha sugestão de atividade para o AEE de DF, estou utilizando a mesma com uma aluna, que esta avançando consideravelmente, na aprendizagem do alfabeto do seu próprio nome e do nome de seus familiares.






Foto 3 - Alfabeto móvel de letras. A fotografia mostra
um alfabeto móvel em cubos de madeira formando a
palavra BOLA. As letras móveis são fixadas sobre
uma tira de velcro, que está colada sobre uma cartolina
preta. O velcro facilita a aderência e a fixação de
cada letra durante a formação da palavra.








Foto 4 - Números móveis. Números emborrachados,
em material EVA, são fixados sobre uma tira de velcro,
colada em cartolina preta. Na foto, vê-se a representação
da operação numérica 1 + 2 = 3.








Menino com dez anos, cego, utilizando máquina Braille. A imagem mostra um aluno utilizando sua
máquina Braille durante o AEE.


Alunos cegos aprendem a escrita Braille; para isso, utilizam a reglete, a máquina Braille
e o próprio computador com impressora Braille.








A escrita pode ser feita pelo computador através do apoio de órteses nas mãos ou utilização de teclados especiais. Existem teclados expandidos, reduzidos, programáveis de acordo com a sensibilidade e conteúdos das teclas.

Teclado convencional e órtese moldável.
Aluno digita em teclado convencional utilizando
uma órtese. Esta órtese é moldável, ajustada e fixada
à sua mão. Na ponta da órtese, local que toca as
teclas, existe uma ventosa de borracha que possibilita
a aderência do recurso à tecla.



Teclado coberto por uma colméia de
acrílico transparente. A colméia é uma placa com
furação coincidente às teclas e utilizada por alunos
com problemas de coordenação motora. Esse recurso
tem o objetivo de eliminar ou diminuir os erros
de digitação.











Teclado expandido e programável em seu leiaute. Menino de 11 anos utilizando o teclado onde
aparece uma atividade de matemática com numerais em tamanho ampliado, especialmente construída para
resolver os problemas de baixa visão e de dificuldades motoras apresentadas pelo aluno.
Marcos Seesp-Mec Fasciculo VI - B.qxd 28/10/2010 11:50 Page 13







Mouses especiais. Sete mouses de diferentes
formatos, onde o direcionamento do cursor
é feito com joystick ou manuseando-se uma grande
bola colocada sobre o mouse. Os botões de ativação
do clique e da tecla direita são dispostos no
próprio mouse.





- Dez acionadores de vários formatos e cores.
Os acionadores podem ser colocados em diferentes
partes do corpo que possuem controle de
pressionar, puxar, apertar, soprar etc., e têm a finalidade
de ativar o clique no mouse.









O aluno pode utilizar-se de teclados virtuais; nesse caso, as letras aparecem na tela do
computador e são por ele selecionadas de várias formas, dependendo de sua habilidade. O
acesso às letras acontece por meio de mouses especiais ou acionadores. O acionador é uma
chave que realiza o "clique do mouse" e define a escolha da letra. Existem acionadores de
pressão, de tração, de piscar, de sopro, de contração muscular e outro. Com uma habilidade
motora mínima, o aluno é capaz de selecionar uma letra e escrever.












A tecnologia assistiva permite hoje que a escrita aconteça pelo simples movimento dos
olhos. O aluno controla o deslocamento do cursor, levando-o para qualquer área do monitor, através do direcionamento do olhar; ao fixar o olhar em um ponto determinado, acontece o "clique" e a escrita é produzida pela ativação de letras, em um teclado virtual.








- Adolescente que controla o computador
por movimento ocular. Através deste recurso o aluno
controla o direcionamento do cursor, pelo movimento
dos olhos, e o clique é feito quando o cursor
parar por um determinado tempo, no local pretendido
da tela.





"HÁ TANTOS QUADROS NA PAREDE
HÁ TANTAS FORMAS DE SE VER O MESMO QUADRO
HÁ TANTA GENTE PELAS RUAS
HÁ TANTAS RUAS E NENHUMA É IGUAL À OUTRA
NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM.”
( HUMBERTO GESINGER).










































































































































terça-feira, 13 de agosto de 2013

O AEE na escola inclusiva

4ª Atividade Deficiência Física 13/08/2013
Aluna: Joana D'arc de Sousa Santos

O AEE NA ESCOLA INCLUSIVA

O papel do professor de AEE é complementar ou suplementar a formação do educando através da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e no desenvolvimento da sua aprendizagem.
Foi criado o AEE para tentar minimizar as dificuldades dos alunos com deficiência, isto envolve ações que ajudem no ambiente escolar e no desenvolvimento de sua identidade social. Tendo como objetivo disponibilizar recursos para que o aluno possa ter uma melhor aprendizagem na escola comum, além de procurar garantir a autonomia destes alunos aos níveis mais elevados de ensino.
É muito importante o estudo de caso para o desenvolvimento do trabalho do professor de AEE.A medida que, este instrumento dá oportunidade de conhecermos as reais necessidades do aluno, contextualizar a sua vida no lar , na escola e na sociedade como um todo, desta forma facilitará as tomadas de decisões, quanto as ferramentas, os recursos tecnológicos e a maneira que iremos conduzir o atendimento. Oportunizando ao aluno a construção da sua identidade e autonomia.
Além do mais, torna-se também importante o plano de AEE, pois ele consiste na previsão de atividades que serão realizadas com o aluno na sala de recurso multifuncional, além da orientação ao professor de sala de aula comum quanto a adaptação e ao uso de materiais.
Sendo assim necessário um estudo constante das deficiências e de como devemos conduzir o nosso trabalho para que tenhamos mais eficiência nas nossas ações.