5ª
ATIVIDADE Disciplina : AEE_DF 22/08/2013
Aluna: Joana Darc de Sousa Santos Turma : T08 AEE/UFC/2013
Como professores da
Sala de AEE, precisamos conhecer e identificar as necessidades,
habilidades e dificuldades dos educando para que possamos fazer
intervenções eficazes , que realmente proporcione a conquista da
sua autonomia.
No caso do aluno Luís
podemos estudar a melhor maneira de conduzir os trabalhos
educativos.Sabemos, portanto, que contamos no AEE com a utilização
de tecnologias Assistivas, podemos desenvolver recursos e estratégias
que auxiliarão na resolução de dificuldades funcionais das pessoas
com deficiência na realização de suas tarefas.Vejamos:
Foto
1 - Lápis e canetas engrossados. Na imagem um
lápis
e duas canetinhas estão engrossados com tubos de
espuma,
que originalmente servem para revestimento
térmico
de canos. Um elástico é costurado no tubo de
espuma
para facilitar a fixação do lápis à mão e, em um
dos
casos, o tubo de espuma é perfurado pelo lápis transversalmente,
modificando-se
assim a forma de preensão.
Foto
2 - Acessório para preensão e limitação de movimentos
involuntários.
Na fotografia um aluno utiliza
uma
pulseira imantada e uma caneta com engrossador
de
espuma. Afolha é fixada sobre uma chapa de metal.
A
pulseira com imã lhe auxilia na inibição de movimentos
involuntários.

Pranchas
de letras são indicadas para o aluno que escolhe, letra a letra,
enquanto um colega,ou o professor realiza o registro da escrita.
Quando o aluno não consegue apontar a letra, alguém faz por ele o
apontamento (varredura das letras). Para escolher a letra, o aluno
emite um som, pisca ou faz qualquer outro sinal que possa ser
compreendido como a seleção da letra a ser escrita.
Ilustração
- Soletração por apontamento de prancha de letras. Na imagem,
visualiza-se uma folha de fundo
amarelo
com letras pretas e grandes (Prancha de letras). Ao lado está um
desenho representativo de uma mão apontando. O recurso é utilizado
para que o aluno possa escrever e comunicar o que deseja através do
apontamento das letras na prancha.
OBSERVAÇÃO:
Esta é minha sugestão de atividade para o AEE de DF, estou
utilizando a mesma com uma aluna, que esta avançando
consideravelmente, na aprendizagem do alfabeto do seu próprio nome e
do nome de seus familiares.

Foto
3 - Alfabeto móvel de letras. A fotografia mostra
um
alfabeto móvel em cubos de madeira formando a
palavra
BOLA. As letras móveis são fixadas sobre
uma
tira de velcro, que está colada sobre uma cartolina
preta.
O velcro facilita a aderência e a fixação de
cada
letra durante a formação da palavra.
Foto
4 - Números móveis. Números emborrachados,
em
material EVA, são fixados sobre uma tira de velcro,
colada
em cartolina preta. Na foto, vê-se a representação
da
operação numérica 1 + 2 = 3.
Menino
com dez anos, cego, utilizando máquina Braille. A imagem mostra um
aluno utilizando sua
máquina
Braille durante o AEE.
Alunos
cegos aprendem a escrita Braille; para isso, utilizam a reglete, a
máquina Braille
e
o próprio computador com impressora Braille.
A
escrita pode ser feita pelo computador através do apoio de órteses
nas mãos ou utilização de teclados especiais. Existem teclados
expandidos, reduzidos, programáveis de acordo com a sensibilidade e
conteúdos das teclas.
Aluno
digita em teclado convencional utilizando
uma
órtese. Esta órtese é moldável, ajustada e fixada
à
sua mão. Na ponta da órtese, local que toca as
teclas,
existe uma ventosa de borracha que possibilita
a
aderência do recurso à tecla.
Teclado
coberto por uma colméia de
acrílico
transparente. A colméia é uma placa com
furação
coincidente às teclas e utilizada por alunos
com
problemas de coordenação motora. Esse recurso
tem
o objetivo de eliminar ou diminuir os erros
de
digitação.
Teclado
expandido e programável em seu leiaute. Menino de 11 anos utilizando
o teclado onde
aparece
uma atividade de matemática com numerais em tamanho ampliado,
especialmente construída para
resolver
os problemas de baixa visão e de dificuldades motoras apresentadas
pelo aluno.
Marcos
Seesp-Mec Fasciculo VI - B.qxd 28/10/2010 11:50 Page 13
Mouses
especiais. Sete mouses de diferentes
formatos,
onde o direcionamento do cursor
é
feito com joystick ou manuseando-se uma grande
bola
colocada sobre o mouse. Os botões de ativação
do
clique e da tecla direita são dispostos no
próprio
mouse.
-
Dez acionadores de vários formatos e cores.
Os
acionadores podem ser colocados em diferentes
partes
do corpo que possuem controle de
pressionar,
puxar, apertar, soprar etc., e têm a finalidade
de
ativar o clique no mouse.
O
aluno pode utilizar-se de teclados virtuais; nesse caso, as letras
aparecem na tela do
computador
e são por ele selecionadas de várias formas, dependendo de sua
habilidade. O
acesso
às letras acontece por meio de mouses especiais ou acionadores. O
acionador é uma
chave
que realiza o "clique do mouse" e define a escolha da
letra. Existem acionadores de
pressão,
de tração, de piscar, de sopro, de contração muscular e outro.
Com uma habilidade
motora
mínima, o aluno é capaz de selecionar uma letra e escrever.
A
tecnologia assistiva permite hoje que a escrita aconteça pelo
simples movimento dos
olhos.
O aluno controla o deslocamento do cursor, levando-o para qualquer
área do monitor, através do direcionamento do olhar; ao fixar o
olhar em um ponto determinado, acontece o "clique" e a
escrita é produzida pela ativação de letras, em um teclado
virtual.
-
Adolescente que controla o computador
por
movimento ocular. Através deste recurso o aluno
controla
o direcionamento do cursor, pelo movimento
dos
olhos, e o clique é feito quando o cursor
parar
por um determinado tempo, no local pretendido
da
tela.
"HÁ
TANTOS QUADROS NA PAREDE
HÁ
TANTAS FORMAS DE SE VER O MESMO QUADRO
HÁ
TANTA GENTE PELAS RUAS
HÁ
TANTAS RUAS E NENHUMA É IGUAL À OUTRA
NINGUÉM
É IGUAL A NINGUÉM.”
( HUMBERTO
GESINGER).










